
Nunca fui a menina mais popular, ou a mais bonita. Nunca fui cheia de amigos. Não me sujei em poças de lama. Sempre fui a quieta, a estranha. Já tentei ser normal. Não, não.
Ninguém é normal: quem é, passou por um grave processo para se desfazer de si mesmo. Não, não.
Prefiro ser a quieta, a estranha mesmo. Eu sei que custa me chamarem de metida e antipática, mas não importa. Pelo menos sou eu, não uma invenção feita pra agradar.
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